Para a Farmácia se tornar Amiga do Aleitamento Materno é necessário que cumpra todos os pontos no âmbito do protocolo, assim:

 

1. A Farmácia obtem resultado positivo no cumprimento dos nove passos do protocolo da iniciativa FAAM, são eles:

 

  1. Ter uma norma escrita sobre a alimentação do lactente e da criança pequena de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde e do Código Internacional de Marketing de Substitutos do Leite Materno.

  2. Todos os colaboradores aplicarem a norma descrita no passo 1.

  3. Informar todas as grávidas e mães sobre os benefícios do aleitamento materno e os riscos da alimentação artificial.

  4. Apoiar e encorajar as mães a iniciar e a manter a amamentação. 

  5. Preparar um espaço para acolher a grávida e a mãe com o sua criança.

  6. Promover a imagem da mãe que amamenta e não promover a imagem da mãe que oferece o biberão.

  7. Entregar à mãe/cuidador no ato da venda, os substitutos do leite materno* só sob pedido específico**.

  8. Adquirir os substitutos do leite materno sem aderir a campanhas de desconto e recusar qualquer brinde promocional a ser entregue às mães.

  9. Promover e ativar junto da comunidade iniciativas e projetos em rede com outros atores sociais que defendem o aleitamento materno.

 

2. Aplicar o Código Internacional de Marketing de Substitutos do Leite Materno.

 

3. Proteger os substitutos do leite materno e os produtos que induzam a interrupção precoce da amamentação, do campo de visão dos utentes, guardando-os em espaçosfora do alcance público.

 

4. Fazer a formação de acordo com o protocolo da iniciativa, de 80%, no mínimo, dos profissionais de farmácia, independentemente da categoria profissional, que fazem atendimento a grávidas e mães lactantes.

 

5. A Farmácia aceitar receber a visita de dois avaliadores externos da iniciativa FAAM, que fazem a avaliação para ser certificada ou recertificada, como Farmácia Amiga do Aleitamento Materno.

 

*Nota: por substitutos do leite materno o Código Internacional de Marketing entende: fórmulas para lactentes (incluindo aquilo a que se chama de leites "especiais", tais como fórmulas "hipoalergénicas", leites para prematuros, entre outras);leites de continuação/transição; alimentos para bebés e bebidas para usar antes do bebé completar 6 meses de idade, tais como papas de cereais, biscoitos, chás, sumos e água; biberões e tetinas. (Artigos 2, 3 e AMS 53.2 [2001]), IBFAN-ICDC.

**Nota: por pedido específico nesta iniciativa entende-se por ex a mãe pede pelo nome um substituto do leite materno, o colaborador avalia a necessidade do mesmo e informa a mãe.

 

 A adesão implica o pagamento de uma joia de 250,00 euros.

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